PALAVRA DO PRESIDENTE



"Horas depois de anunciar o aumento do preço do diesel, na noite da quinta-feira (11), a Petrobras voltou atrás e informou que manterá "por mais alguns dias" o preço praticado desde 26 de março, quando mudou sua política de reajustes. O recuo foi interpretado como uma ingerência política do presidente Jair Bolsonaro para evitar uma nova greve de caminhoneiros; e as ações da Petrobras estão em forte queda na Bolsa de Valores. Na manhã desta sexta-feira (12), o vice-presidente Hamilton Mourão confirmou que a decisão foi de Bolsonaro, mas assegurou que foi um fato isolado.

No mês passado, diante do risco de nova greve dos caminhoneiros, a Petrobras anunciou que os preços do diesel nas refinarias, que correspondem a cerca de 54% do total pago pelo consumidor, passarão a ser reajustados "por períodos não inferiores a 15 dias".

OPINIÃO: Por medo dos caminhoneiros, ‘dilmonomics’ volta ao preço do diesel

Na quinta, exatos 15 dias úteis depois do anúncio, a Petrobras anunciou reajuste de 5,7%. O litro passaria de R$ 2,1432 para R$ 2,2662. A alta seria a maior desde que Bolsonaro assumiu o governo. Até então, a maior alta havia sido de 3,5%, registrada em 23 de fevereiro. Com exceção desses dois casos, os preços variaram em intervalos de 1% a 2,5%."

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